O Programa Bancos Comunitários de Sementes de Adubos Verdes em MG
PDF

Palavras-chave

leguminosas
conservação de solo
associação comunitária

Como Citar

Matrangolo, W. J. R., Martins Netto, D. A., França, F. C. T., Purcino, H. M. A. C., Pereira Filho, I. A., Moreira, J. A. A., Cruz, J. C., Queiroz, L. R., Bortolini, L. de O. F. de, Rocha, M. F., Oliveira, M. F. de, Soares, M. E., & Albernaz, W. M. (2009). O Programa Bancos Comunitários de Sementes de Adubos Verdes em MG. Revista Brasileira De Agroecologia, 4(2). Recuperado de https://revistas.aba-agroecologia.org.br/rbagroecologia/article/view/8861

Resumo

Quando utilizadas como adubos verdes (AV), as leguminosas são ferramenta para atender à necessidade de amenizar os impactos negativos que recaem sobre a agricultura e potencializar o uso dos agroecossistemas e da energia solar incidente. Para ampliar a utilização da AV junto às famílias agrícolas, foi lançado pelo MAPA, em 2007 o Programa Bancos Comunitários de Sementes de Adubos Verdes (PBCSAV). Em dezembro de 2007, as famílias associadas à ASBOM (Associação Comunitária de Agricultores Familiares de Bonfim), em Três Marias, MG, semearam manualmente em dois hectares, Crotalaria juncea (Crotalaria juncea), mucuna preta (Mucuna aterrina) e guandu (Cajanus cajan) para produção das sementes, em solo de Cerrado. Foram colhidos 215 kg de Crotalaria, 620 kg de guandu e 610 kg de Mucuna preta, cuja biomassa restante permitiu a semeadura direta mecanizada do milho. O plantio direto do milho sobre a palhada de guandu produziu 3.950 kg/ha e 5.278 kg/h sobre palhada de crotalaria.
PDF

Aviso de Copyright
Os direitos autorais para artigos publicados nesta revista são dos autores, com direitos de primeira publicação para a revista.

Em virtude de aparecerem nesta revista de acesso público, os artigos são de distribuição gratuita, com atribuições próprias, em aplicações educacionais e não-comerciais com licenciada através da CC BY-NC-SA.