O MST e a Transição Agroecológica
PDF

Palavras-chave

MST
assentamentos rurais
agroecologia

Como Citar

Borges, J. L. (2009). O MST e a Transição Agroecológica. Revista Brasileira De Agroecologia, 4(2). Recuperado de https://revistas.aba-agroecologia.org.br/rbagroecologia/article/view/8520

Resumo

Este trabalho tem como objetivo analisar a transição do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) para o paradigma agroecológico. Nos últimos anos, o MST redefiniu suas estratégias, reorganizando a luta política, a produção e o trabalho nos assentamentos rurais, através de princípios e práticas agroecológicos. Isso foi resultado das transformações políticas e organizativas ocorridas ao longo do tempo. A implementação e gestão das cooperativas apresentaram dificuldades e desencadearam o esgotamento desse modelo, que já vinha dando sinais de crise desde a década de 90. Nesse contexto, o MST começou a redefinir suas bases políticas e econômicas, que o aproximou da noção sustentabilidade. A transição agroecológica em curso tem sido concebida como um processo lento e gradual, que necessita ser aperfeiçoado e avaliado constantemente, para que os projetos de desenvolvimento para os assentamentos rurais estejam articulados com as necessidades construídas localmente.
PDF

Aviso de Copyright
Os direitos autorais para artigos publicados nesta revista são dos autores, com direitos de primeira publicação para a revista.

Em virtude de aparecerem nesta revista de acesso público, os artigos são de distribuição gratuita, com atribuições próprias, em aplicações educacionais e não-comerciais com licenciada através da CC BY-NC-SA.