Etnobotânica da “Medicina Campeira” na Região da Coxilha Rica, SC
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Palavras-chave

plantas medicinais
etnobotanica

Como Citar

Custódio Amorim, C. (2009). Etnobotânica da “Medicina Campeira” na Região da Coxilha Rica, SC. Revista Brasileira De Agroecologia, 4(2). Recuperado de https://revistas.aba-agroecologia.org.br/rbagroecologia/article/view/8342

Resumo

A identificação da flora silvestre de uso medicinal nos campos naturais de altitude da Coxilha Rica é primordial para a manutenção e preservação da biodiversidade ameaçada pelo plantio de maciços florestais e construção de pequenas centrais hidrelétricas. O trabalho teve objetivo de realizar levantamento de espécies silvestres utilizadas medicinalmente por agricultores e pecuaristas da região da Coxilha Rica, SC. Foram realizados entrevistas a 18 famílias, em questionário semi-estruturado com caracterização sócio-cultural e informações das espécies citadas. Os entrevistados relataram o uso medicinal de 112 plantas, sendo que deste total, 45 das quais, de ocorrência natural da região. As plantas mais usadas são: macela (Achyrocline satureioides), espinheira-santa (Maytenus ilicifolia), pau-andrade (Persea pirifolia), arnica (Chionolaena latifolia) e carqueja (Baccharis trimera). Os usos mais comuns relatados foram para problemas digestivos, ferimentos e gripe.
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