Atividade Antimicrobiana In Vitro de Extratos Alcoólicos de Própolis contra Elsinoe ampelina
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Palavras-chave

Antracnose
crescimento micelial
esporulação

Como Citar

Marini, D., Kotz, T. E., Dartora, J., Freiberger, M. B., Pauletti, D. R., & Stangarlin, J. R. (2009). Atividade Antimicrobiana In Vitro de Extratos Alcoólicos de Própolis contra Elsinoe ampelina. Revista Brasileira De Agroecologia, 4(2). Recuperado de https://revistas.aba-agroecologia.org.br/rbagroecologia/article/view/8276

Resumo

O principal método de controle para patógenos da videira é a aplicação de fungicidas. Dessa forma, a adoção de métodos alternativos de controle pode reduzir os custos de produção e minimizar os resíduos químicos nos frutos. Objetivou-se com este trabalho verificar a fungitoxicidade in vitro de extratos alcoólicos de própolis (EAP) sobre o crescimento micelial e esporulação de esporos de Elsinoe ampelina (antracnose). O EAP foi utilizado nas concentrações de 0,05; 0,1; 0,2; 0,4; 0,5 e 1,0%, diluídas com caldo de batata. As testemunhas foram o meio de cultura BDA, BDA + 1% de etanol a 70% e o fungicida azoxystrobin (0,08 g i.a. L-1). Na esporulação de E. ampelina, o fungicida e a concentração de 0,5% de EAP foram os tratamentos mais eficientes, porém sem diferença estatística entre si. No ensaio de crescimento micelial, a inibição média causada por EAP foi de 15%, inferior à inibição de 48% causada pelo fungicida.
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