Desenvolvimento in situ de cultivares crioulas através de agricultores guardiões de sementes
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Palavras-chave

agricultura familiar
melhoramento participativo
agrobiodiversidade.

Como Citar

Bevilaqua, G. A. P., Antunes, I. F., Barbieri, R. L., & Silva, S. D. dos A. e. (2009). Desenvolvimento in situ de cultivares crioulas através de agricultores guardiões de sementes. Revista Brasileira De Agroecologia, 4(2). Recuperado de https://revistas.aba-agroecologia.org.br/rbagroecologia/article/view/8209

Resumo

A evolução da agricultura mundial e, em particular, no Brasil, tem levado à ocorrência de problemas preocupantes a toda sociedade como: a erosão genética, a simplificação dos sistemas produtivos e o empobrecimento do segmento que caracteriza a agricultura familiar. Populações com genes de adaptabilidade específica devem ser preservadas in situ, como forma de preservar fenótipos que poderiam ser perdidos ao serem removidas de seus respectivos habitats, impedindo a co-evolução da planta com o ambiente. Agricultores(as) familiares que por sua vocação e capacitação, identificados como guardiões deste germoplasma in-situ, são capacitados quanto a ferramentas para caracterização e seleção de plantas com características superiores, sem abandonarem suas populações originais. Sementes de coleções de cultivares crioulas de várias espécies, como milho, feijão, feijão-miúdo e cucurbitáceas, são distribuídas possibilitando a seleção de novas cultivares adaptadas localmente. O trabalho contribui efetivamente para a preservação, caracterização e ampliação do germoplasma das espécies consideradas, atualmente dispersos no Estado, de modo a torná-lo disponível para o desenvolvimento de novas cultivares.
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