Bioatividade de Extrato Aquoso de Chenopodium ambrosioides L., no Controle de Toxoptera citricida Homóptera: Aphididae em citros.
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Palavras-chave

inseticida botânico
mastruço
“tristeza dos citros"

Como Citar

Silva, M. P. L. da, Alves, L. S., Carvalho, R. da S., & da Silva, F. (2009). Bioatividade de Extrato Aquoso de Chenopodium ambrosioides L., no Controle de Toxoptera citricida Homóptera: Aphididae em citros. Revista Brasileira De Agroecologia, 4(2). Recuperado de https://revistas.aba-agroecologia.org.br/rbagroecologia/article/view/7839

Resumo

Considerando as boas perspectivas da utilização de extratos vegetais como alternativa para agricultura familiar objetivou-se com o trabalho avaliar a ação bioinseticida de C. ambrosioides L., no controle de pulgão preto T. citricida Kirkald em citros. As concentrações determinadas foram 0, 40, 50, 60, 70, 80 e 90 peso/volume. O extrato aquoso foi aplicado nos brotos dos citros infestados com pulgões até o ponto de escorrimento e colocados em frascos transparentes com a tampa perfurada. Avaliou-se a mortalidade após 24 e 48 horas, dose letal através de regressão linear e DL50. A atividade bioinseticida do extrato aquoso de C. ambrosioides L. ocorreu a partir da dose 40 g.ml-1. Após 24 horas da aplicação do extrato aquoso, observou-se mortalidade de 26%. A concentração que ocorreu maior mortalidade foi entre as doses 60 e 70 g.ml-1 de acordo com o valor da DL 50 69,64g.ml-1. Conclui-se que o extrato aquoso de C. ambrosioides L provocou mortalidade no pulgão dos citros.
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