Trofobiose em Lavoura Cafeeira no Primeiro Ano de Transição Agroecológica no Sul de Minas Gerais
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Palavras-chave

Agroecologia
Coffea arabica
Bicho-mineiro-do-cafeeiro
adubação orgânica
teoria da trofobiose.

Como Citar

Theodoro, V. C. de A., Guimarães Mendes, A. N., & Guimarães, R. J. (2009). Trofobiose em Lavoura Cafeeira no Primeiro Ano de Transição Agroecológica no Sul de Minas Gerais. Revista Brasileira De Agroecologia, 4(2). Recuperado de https://revistas.aba-agroecologia.org.br/rbagroecologia/article/view/7816

Resumo

O experimento foi instalado em agosto de 2004 em uma lavoura cafeeira (Catuaí Amarelo, espaçamento 4,0 x 0,7 m e idade de 6 anos) no primeiro ano de transição agroecológica. Empregou-se o delineamento látice balanceado 4x4 com cinco repetições em fatorial 3x2x2 mais quatro tratamentos adicionais. Foram testados o farelo de mamona, o esterco bovino, a cama de aviário, a palha de café mais a adubação verde com feijão-guandu, e pulverizações com o biofertilizante. O manejo convencional constou da aplicação de sulfato de amônio e o cloreto de potássio e de adubação foliar convencional. Foi avaliada a interação entre o comportamento do bicho-mineiro e o teor de açúcares solúveis totais e proteína na folha do cafeeiro. A adubação orgânica afeta a produção de açúcares solúveis totais na folha do cafeeiro. O farelo de mamona promove um menor acúmulo de açúcares solúveis totais na folha, o que possivelmente concorre para um aumento da resistência da planta ao bicho-mineiro.
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