A Educação Rural em Agroecologia como Ato Reflexivo para Promover a Libertação do Homem do Campo
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Palavras-chave

escola rural agroecológica
reflexão
libertação

Como Citar

Barros-Ahrens, S. de, Ahrens, R. de B., & Ahrens, D. C. (2009). A Educação Rural em Agroecologia como Ato Reflexivo para Promover a Libertação do Homem do Campo. Revista Brasileira De Agroecologia, 4(2). Recuperado de https://revistas.aba-agroecologia.org.br/rbagroecologia/article/view/7774

Resumo

Este trabalho objetivou promover uma discussão sobre as possibilidades e limitações da educação no campo. A educação em agroecologia tem sido um dilema para os agricultores, pois a política para a educação rural não habilita seus familiares, nem os qualifica para os empregos nas cidades. Ainda hoje os desafios são imensos, mas há professores articulando o saber dos livros com a prática. O texto foi baseado em revisão bibliográfica, a partir de discussões ocorridas na UFPR, em 2000. A educação bem como os governantes, nunca se preocupou muito com o “mundo rural”. Necessita-se de escolas que ofereçam a teoria e a prática, fazendo destes estudantes portadores de conhecimento científico e saber popular, incluindo-os no processo de “modernização e libertação do campo”. Formando cidadãos reflexivos e conscientes das necessidades para a preservação do homem no campo, do meio ambiente, e que saibam administrar o seu patrimônio, melhorando a sua qualidade de vida. Enfim, o mais importante é que o educador rural agroecológico em conjunto com o homem do campo promova a sua libertação, de modo que este último possa decidir por si próprio o seu destino: a cidade, o campo, ou ambos.
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