A Auto-organização de Trabalhadoras Rurais do MST na Luta pela Soberania Alimentar: A Experiência das Camponesas do Assentamento Olga Benário
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Palavras-chave

Agricultura Familiar
Organização de Mulheres
Desenvolvimento Rural

Como Citar

Moreira, R. C., Cordeiro, A. B. M., da Fonseca, H. T., Medeiros, J. C., & Bezerra, L. M. B. (2009). A Auto-organização de Trabalhadoras Rurais do MST na Luta pela Soberania Alimentar: A Experiência das Camponesas do Assentamento Olga Benário. Revista Brasileira De Agroecologia, 4(2). Recuperado de https://revistas.aba-agroecologia.org.br/rbagroecologia/article/view/7771

Resumo

A auto-organização das mulheres na perspectiva da valorização de seu trabalho na garantia de alimentos saudáveis para suas famílias, vem enfatizada nesta experiência como necessária na promoção da agroecologia. Representando ferramentas de luta contra as formas de exploração, ou exclusão, capitalistas, estes conhecimentos foram apropriados pelas camponesas do Assentamento Olga Benário, que indignadas com suas condições de vida, resolveram se unir para mudá-las. A experiência protagonizada por elas em 2007/2008, foi proporcionada pelo acúmulo do debate de gênero, produção e formação no MST, pela consolidação de um núcleo feminista da MMM em Viçosa, cidade próxima, e pelo apoio do programa TEIA/UFV. A demanda por pães, bolos, biscoitos, entre outras receitas que pudessem diversificar e garantir a alimentação das famílias, assim como a geração de renda, balizou a formação e a produção desenvolvidas, permeadas com estudos e reflexões sobre agroecologia, gênero e soberania alimentar.
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