Diferentes Níveis de Composto de Resíduos Agroindustrial e Areia para Produção de Mudas de Tomateiro
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Palavras-chave

Comprimento da parte aérea
comprimento de raiz
massa seca
Lycopersicom sculentum

Como Citar

Ceri Pereira, D., Costa, M. S. S. de M., Costa, L. A. de M., Bernardi, F. H., Santos, R. A., & Luz, P. R. A. da. (2009). Diferentes Níveis de Composto de Resíduos Agroindustrial e Areia para Produção de Mudas de Tomateiro. Revista Brasileira De Agroecologia, 4(2). Recuperado de https://revistas.aba-agroecologia.org.br/rbagroecologia/article/view/7751

Resumo

O objetivo deste trabalho foi avaliar a resposta do tomateiro as diferentes composições de substratos a base de composto e areia. O experimento foi instalado em bandejas de 200 cavidades. O delineamento foi em blocos casualizados, com 4 repetições. Os 5 tratamentos envolveram substrato comercial Plantmax® HT, composto (resíduos de poda e abatedouro de aves) e areia. Os tratamentos foram: T1 (Plantmax® HT); T2 (composto); T3 (composto + areia, na proporção de 3:1 em peso); T4 (composto + areia, na proporção de 1:1 em peso; T5 (composto + areia, na proporção de 1:3 em peso. Foram avaliadas emergência de plântulas (EP), comprimento de raiz (CR), massa seca de raiz (MSR), massa seca da parte aérea (MSPA). A MSR apresentou incrementos em T2, T3 e T4 superando T0 e T1. Na avaliação da MSPA aos 30 DAS houve aumento no acúmulo de massa seca em T4¬ em relação aos demais tratamentos. Assim, para produção de mudas observa-se que o substrato T4, apresentou os maiores acréscimos de MSPA e MSR aos 20 e 30 DAS
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