Tratamento Pós-colheita de Maçãs com Quitosana para Controle de Penicillium sp.
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Palavras-chave

doenças pós-colheita
fruticultura clima temperado
Malus domestica
produção orgânica.

Como Citar

Botelho, R. V., Maia, A. J., Rickli, E. H., Leite, C. D., & Faria, C. M. D. R. (2009). Tratamento Pós-colheita de Maçãs com Quitosana para Controle de Penicillium sp. Revista Brasileira De Agroecologia, 4(2). Recuperado de https://revistas.aba-agroecologia.org.br/rbagroecologia/article/view/7700

Resumo

O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da quitosana no crescimento radial in vitro de colônias de Penicillium sp. e no controle da doença em maçãs por meio de tratamento pós-colheita. As concentrações de quitosana avaliadas foram: 0, 10, 20, 40, 80 e 160 mg L-1, em três épocas de avaliação (2, 4 e 6 dias após a inoculação). No teste in vitro, a quitosana foi adicionada ao meio de cultura, posteriormente vertido em placas de Petri, onde o fungo foi inoculado em ponto central, avaliando-se o diâmetro das colônias. O controle da doença em tratamento pós-colheita foi avaliado para as cultivares Princesa e Castel Gala. As maçãs foram mergulhadas por dez segundos em soluções de quitosana e inoculadas com Peniccilium sp. após 24 horas. No experimento in vitro, a quitosana reduziu o diâmetro das colônias do fungo em até 34,2% em relação à testemunha. Nos tratamentos pós-colheita dos frutos, a quitosana reduziu a incidência da doença, porém não apresentou efeito em relação à severidade.
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