Avaliação do efeito alelopático do coquinho-azedo
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Como Citar

Fernandes, R. C., Lopes, P. S. N., Magalhães, H. M., Júnior, D. B. da S., Maia, J. L. S., Fernandes, R. C., Gomes, J. A. de O., & Carneiro, P. A. P. (2007). Avaliação do efeito alelopático do coquinho-azedo. Revista Brasileira De Agroecologia, 2(2). Recuperado de https://revistas.aba-agroecologia.org.br/rbagroecologia/article/view/6981

Resumo

Entre as frutíferas nativas do Cerrado o coquinho-azedo, Butia capitata (Mart) Becc, destaca-se pela sua importância socioeconômica, ecológica e ornamental. Todavia, fatores como o extrativismo intensivo e expansão agrícola, associado à carência de informações científicas sobre essa espécie, colocam em risco a sua sobrevivência. Nesse sentido, informações sobre a propagação do coquinho-azedo são fundamentais para subsidiar sua utilização sustentável. O presente trabalho objetivou avaliar o efeito alelopático de partes do fruto do coquinho-azedo sobre a germinação e vigor das plântulas de alface. Para tanto, foi conduzido um experimento com os tratamentos arranjados em um esquema fatorial, 4x2 +1, sendo quatro partes do fruto (exocarpo, mesocarpo, endocarpo e semente) e dois extratos (Etanólico e Aquoso), além do tratamento controle. Pelos resultados, constata-se que não houve efeito alelopático sobre a germinação, índice de velocidade de germinação e comprimento da radícula, contudo, para a matéria seca das plântulas verificou-se efeito significativo das partes do fruto isoladamente, observando uma interferência negativa do endocarpo e do exocarpo em relação ao tratamento controle. No entanto, há estudos sobre palmeiras que recomendam a remoção dessas partes do fruto visando acelerar e uniformizar o processo germinativo, o que, por conseguinte, elimina esse entrave referente à utilização do Coquinho-azedo.
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