MANEJO DA DIVERSIDADE GENÉTICA DE MILHO EM SISTEMAS AGROECOLÓGICOS
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Como Citar

Machado, A., Machado, C. T. de T., Junior, G. J., Nunes, J. A., & Araujo, E. G. M. (2007). MANEJO DA DIVERSIDADE GENÉTICA DE MILHO EM SISTEMAS AGROECOLÓGICOS. Revista Brasileira De Agroecologia, 2(2). Recuperado de https://revistas.aba-agroecologia.org.br/rbagroecologia/article/view/6735

Resumo

Este trabalho teve por objetivo avaliar variedades de milho em diferentes sistemas agroecológicos localizados em comunidades de agricultores familiares e assentamentos de reforma agrária. Os locais de avaliação foram: Muqui, ES; Planaltina, DF; Brazlândia, DF e Cidade Ocidental, GO. Os locais de Muqui e Brazlândia são caracterizados por sistemas agroecológicos estabelecidos e os demais são caracterizados como sistemas de transição. Todo procedimento metodológico foi participativo envolvendo as comunidades em todas as fases desses experimentos. As variedades avaliadas foram separadas em três grupos distintos: locais ou tradicionais, melhoradas de forma convencional e melhoradas de forma participativa. As variedades melhoradas de forma participativa Caiano do Cerrado, Eldorado e MC 60 obtiveram as melhores produtividades na média dos quatro locais. Nos experimentos realizados em Brazlândia e na Cidade Ocidental foram determinados o teor de nitrogênio (N) no solo nas formas de nitrato e amônia em três épocas distintas: plantio, florescimento e colheita. Em todas as épocas e nos dois locais houve predomínio do N na forma de amônia. Este trabalho evidenciou a eficiência da estratégia do melhoramento participativo na adaptação de variedades em sistemas agroecológicos.
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