PRODUÇÃO DE LEITE EM SISTEMA AGROECOLÓGICO NO SEMI-ÁRIDO SERGIPANO
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Como Citar

Carvalho Filho, O. M. de, Sá, J. L. de, Araújo, G. G. de, & Sá, C. O. de. (2007). PRODUÇÃO DE LEITE EM SISTEMA AGROECOLÓGICO NO SEMI-ÁRIDO SERGIPANO. Revista Brasileira De Agroecologia, 2(1). Recuperado de https://revistas.aba-agroecologia.org.br/rbagroecologia/article/view/6611

Resumo

A partir de um levantamento de dados do IBGE (1973 a 1993) e de entrevistas com pessoas-chaves, foi possível confirmar a emergência da bacia leiteira, entendendo-se como tal o notável aumento da produção leiteira (multiplicada cerca de quatro vezes – de 10,3 para 47,9 milhões de litros/ano no período de 1985 a 1990) dos nove municípios localizados no semiárido sergipano, detentores de 31% da superfície do Estado e de 48% do leite nele produzido. Em Sergipe, como nos demais estados nordestinos, as bacias leiteiras deslocaram-se para as áreas semi-áridas, sertão e agreste, onde tem como principal característica a forte presença da agricultura familiar. A produção de leite local está concentrada no município de Nossa Senhora da Glória e povoados e encontra-se assentada na pequena propriedade. O leite passou a constitir-se, então, em um vetor de inserção dos pequenos produtores no mercado. As fabriquetas (pequenos estabelecimentos informais de processamento) proliferaram-se na mesma proporção em que se expandiu a pequena produção de leite, passando a escoar a maior parte do volume produzido pelos pequenos produtores.
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