NITROGÊNIO RESIDUAL NO SOLO APÓS QUATRO APLICAÇÕES DE LODOS DE ESGOTO
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Como Citar

Boeira, R. C., & Maximiliano, V. C. B. (2007). NITROGÊNIO RESIDUAL NO SOLO APÓS QUATRO APLICAÇÕES DE LODOS DE ESGOTO. Revista Brasileira De Agroecologia, 2(1). Recuperado de https://revistas.aba-agroecologia.org.br/rbagroecologia/article/view/6282

Resumo

Pesquisas em países desenvolvidos têm apontado para a viabilidade da disposição de lodos de esgoto em áreas agrícolas, com vantagens como ciclagem de nutrientes e incorporação de matéria orgânica ao solo. Paralelamente, problemas podem surgir pela adição ao solo de nitrogênio em quantidades excessivas, prejudiciais aos recursos naturais, além de patógenos, metais pesados e diversas substâncias orgânicas poluentes. O nitrogênio contido nos lodos de esgoto encontra-se predominantemente na forma orgânica, da qual cerca de um terço são potencialmente mineralizáveis durante um cultivo agrícola. Segundo Pratt et al. (1973), a liberação de N diminui para 10% no segundo ano, 6% no terceiro ano e 5% no quarto ano. Isto ocorre porque no solo, a fração residual pode ser imobilizada e/ou incorporada na matéria orgânica, em formas mais resistentes à biodegradação (Ryan et al., 1973), o que pode reduzir as perdas, os riscos de lixiviação e determinar efeitos residuais positivos nos anos subseqüentes à aplicação do lodo. Neste trabalho, teve-se por objetivo quantificar o efeito residual de quatro aplicações anuais de lodos de esgoto sobre a disponibilidade de nitrogênio mineral em solo cultivado com milho. PALAVRAS-CHAVE – nitrogênio orgânico, mineralização, nitrogênio potencialmente mineralizável, solo tropical, lodo de esgoto anaeróbio
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