DECOMPOSIÇÃO DA PALHADA DA SOJA, CULTIVADA SOB MANEJO ORGÂNICO, PARA FINS DE ADUBAÇÃO VERDE
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Como Citar

Padovan, M. P., Almeida, D. L. de, Guerra, J. G. M., Alves, B. J. R., Ribeiro, R. de L. D., Santos, L. A., & Oliveira, F. L. de. (2006). DECOMPOSIÇÃO DA PALHADA DA SOJA, CULTIVADA SOB MANEJO ORGÂNICO, PARA FINS DE ADUBAÇÃO VERDE. Revista Brasileira De Agroecologia, 1(1). Recuperado de https://revistas.aba-agroecologia.org.br/rbagroecologia/article/view/6040

Resumo

O objetivo deste trabalho foi analisar a dinâmica de decomposição e a liberação do nitrogênio pelos resíduos da parte aérea da soja ‘Celeste’, para fins de adubação verde. Utilizou-se o delineamento experimental de blocos casualizados, com cinco repetições. Os parâmetros avaliados aos 55, 85 e 115 DAE, foram a decomposição dos resíduos vegetais e liberação de N, colocando-se 60 g de massa fresca da parte aérea da soja em sacos de tela (litter bags) e estes distribuídos sobre a superfície das parcelas no campo. As taxas de perda de matéria seca e N foram monitoradas através de coletas realizadas aos 5, 10, 15, 30, 60, 90, 120 e 150 dias após a instalação do ensaio de decomposição. Constatou-se que o padrão de decomposição da massa e liberação de N demonstraram dinâmica semelhantes nos diferentes estádios de desenvolvimento em que a soja foi manejada (aos 55, 85 e 115 DAE), apresentando duas fases distintas, sendo a primeira considerada rápida, compreendida até os 30 dias após o corte da soja e a segunda mais lenta, a partir deste período. Palavras chave: Glycine max, dinâmica de decomposição, agricultura orgânica.
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