SANIDADE DAS PLANTAS E MÉTODO DE COLHEITA NA PÓSCOLHEITA DE MORANGOS ORGÂNICOS

Como Citar

Calegario, F. F., Drehmer, A. M. F., & Ávila, R. D. (2006). SANIDADE DAS PLANTAS E MÉTODO DE COLHEITA NA PÓSCOLHEITA DE MORANGOS ORGÂNICOS. Revista Brasileira De Agroecologia, 1(1). Recuperado de https://revistas.aba-agroecologia.org.br/rbagroecologia/article/view/6038

Resumo

Morangos das variedade Oso Grande, Camarosa e Seascape oriundos de um cultivo totalmente isento de agrotóxicos e fertilizantes foram colhidos em canteiros em dois estados de sanidade (boa e média), usando-se dois métodos de colheita: convencional (com posterior seleção e embalamento) e sem contato manual (colheita diretamente nas embalagens) e armazenados por 20 dias a 0±1ºC e 85-90% UR. As menores incidências de doenças pós-colheita foram observadas nos pseudofrutos oriundos de canteiros com maior sanidade e colhidos diretamente nas embalagens, sem contato manual. Palavras-chave: morango, pós-colheita, doenças de plantas, agricultura orgânica.

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