A BIODIVERSIDADE VEGETAL DOS CAMPOS SULINOS E A SUSTENTABILIDADE DA PECUÁRIA. UMA AVALIAÇÃO DE BROMUS AULETICUS.

Como Citar

Neske, M. Z., Moraes, C. O. C., Borba, M., & Lemos, E. (2006). A BIODIVERSIDADE VEGETAL DOS CAMPOS SULINOS E A SUSTENTABILIDADE DA PECUÁRIA. UMA AVALIAÇÃO DE BROMUS AULETICUS. Revista Brasileira De Agroecologia, 1(1). Recuperado de https://revistas.aba-agroecologia.org.br/rbagroecologia/article/view/6035

Resumo

No Rio Grande do Sul, a base da exploração econômica da região sul do Estado ainda é o “campo natural”. Um ecossistema que apesar de alta diversidade, com espécies de grande potencial forrageiro, tem sido preterido em prol de combinações de espécies exógenas. O que além do custo energético de implantação e manutenção (sementes, combustível, máquinas, fertilizantes, herbicidas, etc), causa impactos sobre a biodiversidade. A espécie B. auleticus que se caracteriza como uma das principais espécies nativas desta região, tanto em produção (1958 kg/Ms/ha) quanto em qualidade (17-25%PB), principalmente no período de outono-inverno que é o mais crítico para o acúmulo de forragem, apresenta características quanti-qualitativas que indicam a possibilidade de se desenhar sistemas pecuários menos dependentes e de menor impacto ambiental. PALAVRAS-CHAVE: Bromus auleticus, sustentabilidade, pecuária, campo nativo

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