RECUPERAÇÃO DE ÁREA DEGRADADA COM LODO DE ESGOTO
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Como Citar

Boeira, R. C., Skorupa, L. A., Souza, M. D. de, & Nicolella, G. (2006). RECUPERAÇÃO DE ÁREA DEGRADADA COM LODO DE ESGOTO. Revista Brasileira De Agroecologia, 1(1). Recuperado de https://revistas.aba-agroecologia.org.br/rbagroecologia/article/view/5945

Resumo

No Brasil, crescem as áreas sem capacidade de auto-regeneração natural, dadas as muitas tecnologias utilizadas na exploração da terra, e que não têm comprometimento com a sustentabilidade ambiental através do tempo. A implantação de sistemas agroflorestais nessas áreas é uma alternativa para sua recomposição ambiental e a adubação com lodo de esgoto pode viabilizar seu manejo, tornando-o mais econômico que a adubação mineral. No entanto, as doses de lodo preconizadas para este fim são muito altas, o que eleva substancialmente o risco de contaminação de corpos d’água do agroecossistema com nitrato. Neste trabalho, avaliou-se a influência da aplicação de doses de lodo de esgoto consideradas ambientalmente seguras, como adubo e condicionador de solo, na implantação de sistemas agroflorestais. O experimento foi instalado em uma área degradada localizada em Jaguariúna, SP, comparando-se duas doses de lodo de esgoto (6 e 12 Mg/ha) e uma dose de adubação mineral (NPK), e duas espécies pioneiras, Guazuma ulmifolia Lam. (mutamba) e Croton floribundus Spreng (cróton). O lodo de esgoto utilizado, mesmo em baixas dosagens, teve o mesmo efeito que a adubação mineral sobre o desenvolvimento inicial das árvores, com vantagens adicionais como menor custo e reciclagem de nutrientes. PALAVRAS-CHAVE - área construída, lodo de esgoto, resistência à penetração, fósforo disponível, cróton, mutamba, estabelecimento de perenes
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