AS IRARAS SE ALIMENTAM NA EMBAÚBA:FAZERES E APRENDERES DE UM OUTRO TEMPO
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Como Citar

Barbosa, W. A., & Teixeira, M. do C. C. (2006). AS IRARAS SE ALIMENTAM NA EMBAÚBA:FAZERES E APRENDERES DE UM OUTRO TEMPO. Revista Brasileira De Agroecologia, 1(1). Recuperado de https://revistas.aba-agroecologia.org.br/rbagroecologia/article/view/5886

Resumo

O presente trabalho analisa o advento da agroecologia, reforçado pela ecopedagogia (Gutierrez e Prado, 2000), através da emergência dos elementos residuais, das práticas sociais e da memória coletiva (Benjamin, s/d), que passam a recompor dimensões da interculturalidade da tradição. Para efeito deste estudo, tomamos interculturalidade como a densidade da ligação entre agroecologia e ecopedagogia, entendendo que os avanços dos desenhos ambientais sustentáveis realimentam os conflitivos processos identitários coloniais. Assim, criam-se novas necessidades de atualização e re-invenção das contradições históricas que vêm submetendo etnias indígenas e negras por todo território brasileiro. Buscamos compreender se perdura, ainda hoje, em uma suposta cultura pós-colonial, semelhanças e ou diferenças com as estruturas de sentimento histórico-coloniais. Permanecemos com a problemática: como articular o projecto agroecológico com as categorias afroameríndia e ou amerindiafro? PALAVRAS CHAVE: agroecologia; ecopedagogia; estrutura de sentimento; memória colonial; identidade pós-colonial.
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