SEMENTES CRIOULAS: UM BANCO DE BIODIVERSIDADE
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Como Citar

Nuñez, P. B. P., & Maia, A. da S. (2006). SEMENTES CRIOULAS: UM BANCO DE BIODIVERSIDADE. Revista Brasileira De Agroecologia, 1(1). Recuperado de https://revistas.aba-agroecologia.org.br/rbagroecologia/article/view/5871

Resumo

O presente artigo mostra o trabalho de resgate da biodiversidade desenvolvido pela regional de Tupanciretã do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra) através da organização de um banco de sementes crioulas. A atividade se desenvolve dentro da campanha “Sementes: Patrimônio da Humanidade” da Via Campesina, a qual pretende conscientizar tanto agricultores como a população em geral da importância do controle das sementes por parte dos agricultores familiares. O trabalho apresenta os passos seguidos por agricultores, técnicos e freis que trabalham em Tupanciretã que se dispuseram a coletar, selecionar e guardar sementes crioulas para montar um banco que mostre a diversidade existente nos assentamentos da reforma agrária. Palavras chave: sementes crioulas, biodiversidade, banco de sementes, MST.
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