Comportamento de variedades de mandioca submetidas a fertilização em comunidades dependentes de chuva no semiárido brasileiro
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Palavras-chave

Manihot esculenta Cranz
fertilidade do solo
calagem
fósforo
produção

Como Citar

Silva, A. F., Oliveira, D. S., Santos, A. P. G., Santana, L. M. de, & Oliveira, A. P. D. de. (2014). Comportamento de variedades de mandioca submetidas a fertilização em comunidades dependentes de chuva no semiárido brasileiro. Revista Brasileira De Agroecologia, 8(3). Recuperado de https://revistas.aba-agroecologia.org.br/rbagroecologia/article/view/13332

Resumo

O presente trabalho teve como objetivo observar o comportamento de variedades de mandioca submetidas a fertilização nas comunidades dependentes de chuva Pereiros, Mudubim e Caiçara no semiárido brasileiro. Apesar do conhecimento sobre a tolerância da mandioca ao deficit hídrico e a solos marginais, pouco se sabe até o momento sobre o potencial produtivo das diferentes variedades da planta sob uso de adubação básica em áreas dependentes de chuva de ambientes semiáridos. Mesmo sendo uma cultura pouco exigente em fertilização, a mandioca responde bem ao uso de coquetéis vegetais e consórcios, sendo uma das espécies de maior aptidão para sistemas de produção de base ecológica. A maioria dos solos escolhidos pelos agricultores para o plantio de mandioca são classificados como Argissolos, normalmente com altos percentuais de areia, bem lavados e com baixa fertilidade. Este aspecto impede maior expressão do potencial produtivo da mandioca, principalmente quando associado ao déficit hídrico, comum na região. Mesmo sabendo que o retorno financeiro gerado pela cultura com a venda de farinha, raízes ou de raspas para alimentação animal possa não compensar o investimento em fertilizantes, o uso mínimo de corretivos ou fonte de fósforo poderá melhorar a relação custo / benefício da cultura para o agricultor, justificando a aquisição desses insumos, que possuem liberação lenta e favorecerão os cultivos posteriores a mandioca.
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