Utilização de extratos vegetais e óleos essenciais no controle do Mofo Branco em alface.
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Palavras-chave

clerotinia sclerotiorum
Fungos fitopatogênicos
Controle de doenças de plantas.

Como Citar

Pansera, M. R., Pauletti, M., Gonzalez, A., Sartori, V. C., & Ribeiro, R. T. da S. (2015). Utilização de extratos vegetais e óleos essenciais no controle do Mofo Branco em alface. Revista Brasileira De Agroecologia, 10(2). Recuperado de https://revistas.aba-agroecologia.org.br/rbagroecologia/article/view/13299

Resumo

Na busca de métodos alternativos no controle do mofo branco em alface causada pelo fitopatógeno Sclerotinia sclerotiorum (Lib.) de Bary, os óleos essenciais e extratos vegetais surgem como opção. Neste trabalho, avaliou-se in vitro e in vivo o efeito dos extratos vegetais de Bauhinia forticata, Piper mikanianum, Elephantopus scaber L., Bambusa oldhamii, Piper aduncum e Solanum paniculatum L. e do óleo essencial de Piper mikanianum, com possível potencial antifúngico, contra o patógeno S. sclerotiorum. O óleo e os extratos foram testados em diferentes concentrações. Nos testes in vitro, os extratos etanólicos de P. mikanianum e B. forticata inibiram o fungo em 20%. O óleo de P. mikanianum inibiu o patógeno a partir de 0,05%. Os testes in vivo foram realizados nas melhores concentrações dos testes in vitro. Houve inibição do crescimento micelial com o óleo de P. mikanianum em 0,50%, indicando o potencial deste, no controle do mofo branco em alface. O mesmo não aconteceu com o extrato, não havendo inibição da doença nas concentrações testadas.
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