Resgate de conhecimentos em plantas medicinais com mulheres no assentamento Rosa Luxemburg e organização comunitária.

Autores

  • Málika Simis Pilnik
  • Nara Gonçalves Lopes FCA/UNESP-Botucatu
  • Suelyn Cristina Carneiro da Luz

Resumo

Este relato conta a experiência do grupo “Rosas Luxemburgo”, criado em março de 2014 por mulheres assentadas no Assentamento Rosa Luxemburg e acampadas na região de Agudos (SP). O envolvimento das estudantes se deu por meio da participação no grupo Timbó de Agroecologia (Unesp/Botucatu), e na residência agrária em Educação do Campo e Agroecologia (Pronera/Unicamp). A proposta do projeto, ainda em andamento, enfoca a organização comunitária, o resgate de saberes populares em plantas medicinais e a questão de gênero no meio rural, o empoderamento e a valorização da mulher, e está baseado na facilitação de encontros mensais entre o grupo e as estudantes através de metodologias participativas. Entre os resultados obtidos está uma casa sede do grupo e o desenvolvimento de oficinas com temas variados escolhidos pelas mulheres, como: produção de cosméticos naturais e produtos de higiene, preparo de chás, xaropes, enxaguantes bucais, estudo das plantas medicinais, discussões sobre a questão de gênero, a mulher no campo, feminismo, violência doméstica e machismo.

Biografia do Autor

Suelyn Cristina Carneiro da Luz

Mestra em comunicação e especialista em educação do campo e agroecologia na agricultura familiar e camponesa - residência agrária.

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Publicado

2016-05-18

Edição

Seção

IX CBA-Agroecologia / Relatos de Experiências