Capacitando equipes técnicas para sistematizar experiências agroecológicas em assentamentos de reforma agrária do RS

Autores

  • Fernanda Queiroz MIranda Universidade Federal de Santa Maria
  • Alisson Vicente Zarnott Universidade Federal de Santa Maria

Resumo

Este artigo apresenta uma análise do processo de sistematização de experiências no âmbito do Programa de ATES do RS. Através de oficinas com as equipes técnicas foi realizada uma discussão conceitual e metodológica sobre a sistematização de experiências. As principais conclusões das oficinas apontam para uma confusão entre sistematização e relato oriunda, em parte, da compreensão da sistematização como uma meta contratual e não como uma ferramenta extensionista, de uma confusão conceitual e de uma limitação metodológica.

Biografia do Autor

Fernanda Queiroz MIranda, Universidade Federal de Santa Maria

Assesora Técnica Pedagógica do Programa de ATES - RS, UFSM /INCRA; Mestre em Agroecossistemas UFSC; Estudante de Especialização em Agricultura familiar e camponesa e educação do campo, PPGExR/UFSM.

Alisson Vicente Zarnott, Universidade Federal de Santa Maria

Assesor Técnico Pedagógico do Programa de ATES - RS, UFSM /INCRA; Mestre em Agroecossistemas UFSC; Estudante de Doutorado em Extensão Rural, PPGExR/UFSM.

Referências

CHAVEZ – TAFUR, J. Aprender com a prática: uma metodologia para istematização de experiências. Brasil: ASPTA, 2007.

INCRA. Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária. Manual Operacional de ATES, 2008. Brasília, 142 p.

JARA, Oscar. Para sistematizar experiências; tradução de: Maria Viviana V. Resende. 2. ed., revista. – Brasília: MMA, 2006. 128 p.

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Publicado

2016-05-16

Edição

Seção

IX CBA 5. Construção do Conhecimento Agroecológico

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