Influência da adubação química e orgânica no desenvolvimento de variedade de milho crioulo

Autores

  • Katiana de Sousa Vale Instituto Federal da Paraíba, Campus Sousa (IFPB-Sousa)
  • Ednaldo Barbosa Pereira Júnior Instituto Federal da Paraíba, Campus Sousa (IFPB-Sousa)
  • Oscar Mariano Hafle Instituto Federal da Paraíba, Campus Sousa (IFPB-Sousa)
  • Edna Gomes Silva Instituto Federal da Paraíba, Campus Sousa (IFPB-Sousa)
  • Francisco Romário Andrade Figueiredo Instituto Federal da Paraíba, Campus Sousa (IFPB-Sousa)

Resumo

Este trabalho teve como objetivo avaliar fontes de adubação orgânica em substituição mineral no desenvolvimento inicial do milho crioulo. O experimento foi realizado no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba, no Município de Sousa-PB, situando a 233 m de altitude, com latitude de 6º 45’ sul e longitude de 38º 13’ oeste. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso com 3 repetições e 5 tratamentos, totalizando 15 parcelas com 272 m² cada. Os tratamentos foram compostos por: T = testemunha (sem adubo), A.Q = Adubação química (30 Kg de N por ha), E.B = esterco bovino (4,2 t ha-1), E.O = esterco ovino (2,2 t ha-1) e E.A = Esterco de aviário (2,0 t ha-1). Foram analisados altura de planta, matéria seca da parte aérea aos 12, 22, 32 e 42 dias após a emergências das plântulas. As fontes orgânicas são promissoras na substituição total á adubação química, com destaque para o esterco de aviário.

Biografia do Autor

Oscar Mariano Hafle, Instituto Federal da Paraíba, Campus Sousa (IFPB-Sousa)

Professor no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba, Campus Sousa (IFPB-Sousa), Doutor em Fitotecnia: Fruticultura, Membro da Sociedade Brasileira de Fruticultura.

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Publicado

2016-05-15

Edição

Seção

IX CBA 3. Sistemas de Produção Agroecológica.