14841 - A luta pela terra na construção da agroecologia: o caso das famílias do Assentamento Rancho Alegre – Chorozinho - CE

Autores

  • Hélida de Oliveira Barroso Universidade Federal do Ceará (UFC)
  • Beatriz de Araújo Silva Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB)
  • Renata Paz Cândido Chaves Universidade Federal do Ceará - UFC
  • Maria de Fatima Barbosa Coelho Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB)
  • Aiala Vieira Amorim Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB)

Palavras-chave:

Assentamento rural, Agroecologia, Organização.

Resumo

Os movimentos sociais apresentam papel importante para a conquista da tão sonhada reforma agrária, e é a partir dela que famílias camponesas exploradas e expropriadas pelo latifúndio, conseguem realizar o sonho de possuir um lugar para viver e construir suas formas de vida e de reprodução da família. Foi com esse propósito que se levantou barracões de luta para conquistar a Fazenda Rancho Alegre. A resistência, o apoio dos movimentos sociais e a crença das pessoas ali presentes foram à chave para a desapropriação e no dia 20 de agosto de 2009 as 18 famílias que estavam pleiteando aquele espaço comemoraram a vitória. Porém, algo estaria por vir, o desafio de recuperar uma grande monocultura de café em algo que fosse exemplo para todo Estado do Ceará. Urgia a necessidade de se organizar para produzir alimento saudável garantindo a soberania alimentar das famílias, ou seja, fazer Agroecologia.

Biografia do Autor

Hélida de Oliveira Barroso, Universidade Federal do Ceará (UFC)

Estudante de Engenharia de Pesca e Bolsista do Programa Residencia Agrária - UFC

Beatriz de Araújo Silva, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB)

Estudante de Agronomia - UNILAB

Renata Paz Cândido Chaves, Universidade Federal do Ceará - UFC

Engenheira de Alimentos Programa Residência Agrária Mestranda em Desenvolvimento e Meio Ambiente - UFC

Maria de Fatima Barbosa Coelho, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB)

Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal do Ceará (1975), mestrado em Genética e Melhoramento pela Universidade Federal de Viçosa (1981) e doutorado em Fitotecnia (Produção Vegetal) pela Universidade Federal de Viçosa (1988). Atualmente é professora titular da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro Brasileira (UNILAB). Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Recursos Genéticos, atuando principalmente nos seguintes temas: cerrado, plantas medicinais, etnobotanica, germinação e caatinga.

Aiala Vieira Amorim, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB)

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual do Ceará (2004), mestrado e doutorado em Agronomia (Fitotecnia) pela Universidade Federal do Ceará (2005-2011). Concluiu em 2011 um MBA em Perícia, Auditoria e Gestão Ambiental pela Universidade Paulista. Atualmente é professora da área de desenvolvimento rural da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB). Tem experiência na área de agronomia, com ênfase em fisiologia de plantas cultivadas e conservação de água e solo, atuando principalmente nos seguintes temas: revegetação de áreas degradadas, salinidade, produção, crescimento e desenvolvimento de plantas.

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Publicado

2013-12-15

Edição

Seção

VIII CBA-Agroecologia / Relatos de Experiências

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