14210 - Gênero e Agroecologia: resignificando o papel da mulher agricultora nos espaços públicos e privados

Autores

  • Priscila Daniele Ladeira CENTRO DE TECNCOLOGIAS ALTERNATIVAS DA ZONA DA MATA
  • Auxiliadora Aparecida Feital Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata
  • Elisabeth Maria Cardoso Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata
  • Antônio Augusto Lopes Neto Universidade Federal de Viçosa / Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata

Palavras-chave:

Mulheres, relações sociais, família, transformação, conquistas

Resumo

Nos últimos anos cada vez mais famílias agricultoras da Zona da Mata de Minas Gerais vem estabelecendo novas relações com a natureza, transformando a forma de plantar e de viver desenvolvendo uma maneira sustentável de cultivar a terra. A esta nova maneira damos o nome de Agroecologia. O presente trabalho visa analisar como as novas relações estabelecidas com a natureza, a partir da agroecologia, influenciam a organização familiar e a atuação das mulheres agricultoras nos espaços públicos e privados. É a busca pela compreensão destes questionamentos que justificam a relevância deste trabalho. Usou-se como metodologia a análise de relatórios de visitas às famílias agricultoras em processo de transição agroecológica e listas de presença das assembléias dos Sindicatos de Trabalhadora/es Rurais. É preciso entender como as relações sociais e o modelo de família influencia as conquistas das mulheres e como a ausência delas em espaços públicos pode comprometer novas conquistas.

Biografia do Autor

Priscila Daniele Ladeira, CENTRO DE TECNCOLOGIAS ALTERNATIVAS DA ZONA DA MATA

Educadora Infantil pela Universidade Federal de Viçosa. Graduanda em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Viçosa. Técnica do projeto Mulheres e Agroecologia em Rede do Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata

Auxiliadora Aparecida Feital, Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata

Pedagoga, técnica do Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata de Minas Gerais e coordenadora local do projeto Mulheres e Agroecologia em Rede.

Elisabeth Maria Cardoso, Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata

Engenheira Agrônoma, técnica do Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata e coordenadora nacional do projeto Mulheres e Agroecologia em Rede

Antônio Augusto Lopes Neto, Universidade Federal de Viçosa / Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata

Graduando em geografia pela Universidade Federal de Viçosa, estagiário do projeto Mulheres e Agroecologia em Rede.

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Publicado

2013-12-24

Edição

Seção

VIII CBA-Agroecologia - Desenvolvimento Rural/sociologia, antropologia, med sociotecnicas e config socioculturais

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