11779 - Efeitos dos ácidos húmicos e fúlvicos na microflora do solo e na concentração de clorofila em alface

Autores

  • Joacir Morais Universidade Estadual do Maranhão Centro de Estudos Superiores de Imperatriz
  • Ivaneide de Oliveira Nascimento Universidade Estadual do Maranhão Centro de Estudos Superiores de Imperatriz
  • Vera Lúcia Neves Dias Universidade Estadual do Maranhão Centro de Estudos Superiores de Imperatriz
  • Antônia Alice Costa Rodrigues CCAI/UEMA
  • Sérgio Alves de Azevedo Universidade Estadual do Maranhão Centro de Estudos Superiores de Imperatriz
  • Gustavo de Andrade Bezerra Universidade Estadual do Maranhão Centro de Estudos Superiores de Imperatriz
  • Thatyane Pereira de Sousa Universidade Estadual do Maranhão Centro de Estudos Superiores de Imperatriz
  • Jorge Diniz de Oliveira Universidade Estadual do Maranhão Centro de Estudos Superiores de Imperatriz
  • Silvany Alves de Sousa Universidade Estadual do Maranhão Centro de Estudos Superiores de Imperatriz
  • Neidilane de Alencar Sobrinho Universidade Estadual do Maranhão Centro de Estudos Superiores de Imperatriz
  • Davi Sales Silva Universidade Estadual do Maranhão Centro de Estudos Superiores de Imperatriz

Palavras-chave:

matéria orgânica. substancias húmicas. fungo.

Resumo

As substâncias húmicas, são naturalmente encontradas no solo, tendo papel fundamental na produção das culturas. O presente trabalho tem como objetivo avaliar a ação dos ácidos húmico e fúlvico extraídos de esterco bovino, sobre a microflora do solo, (população fúngica), e na qualidade da alface. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, com oito tratamentos e quatro repetições, utilizando vasos de 3 Kg para o cultivo dessa hortaliça. T1 – Substrato com somente solo; T2 – 0,5 Kg de esterco bovino + 2,5 Kg de solo; T3 – 50 mL de ácido fúlvico/ 3 Kg de solo; T4 – 100 mL de ácido fúlvico/3 Kg de solo; T5 – 150 mL de ácido fúlvico/3 Kg de solo; T6 – 50 mL de ácido húmico/ 3 Kg de solo; T7 – 100 mL de ácido húmico/3 Kg de solo; T8 – 150 mL de ácido húmico/3 Kg de solo. As dosagens de ácidos fúlvicos e húmicos foram aplicadas aos 5, 15 e 25 dias após o transplantio da hortaliça estudada. Tanto os teores de clorofila a e b, como a microflora fúngica analisada, não apresentaram diferenças significativas.

Biografia do Autor

Joacir Morais, Universidade Estadual do Maranhão Centro de Estudos Superiores de Imperatriz

Graduando do curso de Agronomia, departamento de Química e Biologia, atuando nas áreas de Fitopatologia, Microbiologia e Fisiologia Vegetal

Ivaneide de Oliveira Nascimento, Universidade Estadual do Maranhão Centro de Estudos Superiores de Imperatriz

Graduação em Agronomia pela Universidade Estadual do Maranhão (1995), graduação em Formação de Docentes Habilitação Zootecnia Biologi pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (2001) e mestrado em Agroecologia pela Universidade Estadual do Maranhão (2009). Atualmente é professor Assistente I da Universidade Estadual do Maranhão.

Vera Lúcia Neves Dias, Universidade Estadual do Maranhão Centro de Estudos Superiores de Imperatriz

Graduação em Química Industrial pela Universidade Federal do Maranhão (1992), mestrado em Química Analítica pela UFMA (1997), mestrado em Química Analítica pela Universidade Federal do Maranhão (1997), e doutorado em Ciências com área de concentração em Química analítica na Universidade Federal da Paraíba (2009). Atualmente é professora ADJUNTO I da Universidade Estadual do Maranhão.

Antônia Alice Costa Rodrigues, CCAI/UEMA

Graduação em Agronomia pela Universidade Estadual do Maranhão (1995), mestrado em Fitossanidade pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (1999) e doutorado em Fitopatologia pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (2003). Atualmente é professor adjunto II e Coordenadora do Mestrado em Agroecologia da Universidade Estadual do Maranhão.

Sérgio Alves de Azevedo, Universidade Estadual do Maranhão Centro de Estudos Superiores de Imperatriz

Aluno do Curso de Ciências Licenciatura com Habilitação em Química pela Universidade Estadual do Maranhão – Centro de Estudos Superiores de Imperatriz. Membro do Laboratório de Fitopatologia, Microbiologia e Alimentos do UEMA-CESI. Atualmente é bolsista BIC-FAPEMA, sob orientação da profª M. Sc. Ivaneide de Oliveira Nascimento.

Gustavo de Andrade Bezerra, Universidade Estadual do Maranhão Centro de Estudos Superiores de Imperatriz

Acadêmico do curso de Agronomia, na Universidade Estadual do Maranhão Centro de Estudos Superiores de Imperatriz (UEMA/CESI). Atualmente, nas áreas de Microbiologia e Fitopatologia.

Thatyane Pereira de Sousa, Universidade Estadual do Maranhão Centro de Estudos Superiores de Imperatriz

Aluna do Curso de Agronomia da Universidade Estadual do Maranhão – Centro de Estudos Superiores de Imperatriz. Membro do Laboratório de Fitopatologia, Microbiologia e Alimentos do CESI-UEMA. Atuando principalmente nos seguintes temas: Patologia de sementes, identificação de espécies fúngica sob orientação da profª M. Sc. Ivaneide de Oliveira Nascimento e do prof. D.Sc. Claudio Belmino Maia.

Jorge Diniz de Oliveira, Universidade Estadual do Maranhão Centro de Estudos Superiores de Imperatriz

Graduação em Curso Emergencial de Licenciatura Plena Esquema I pelo Centro de Estudos Superiores de Imperatriz-CESI/UEMA (1995), graduação em Química Industrial pela Universidade Federal do Maranhão (1978), é doutor em Química pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2006). Atualmente é professor Ajunto II da Universidade Estadual do Maranhão.

Silvany Alves de Sousa, Universidade Estadual do Maranhão Centro de Estudos Superiores de Imperatriz

Graduação em andamento em Ciências Licenciatura - Habilitação em Química . Universidade Estadual do Maranhão, UEMA no Centro de Estudos Superiores de Imperatriz, CESI, do departamento de Biologia e Química, atuando na área de Educação e Química

Neidilane de Alencar Sobrinho, Universidade Estadual do Maranhão Centro de Estudos Superiores de Imperatriz

Aluna do Curso de Agronomia da Universidade Estadual do Maranhão – Centro de Estudos Superiores de Imperatriz. Membro do Laboratório de Fitopatologia, Microbiologia e Alimentos do CESI-UEMA. Atuando principalmente nos seguintes áreas: Fitopatologia, Fisiologia Vegetal e Microbiologia

Davi Sales Silva, Universidade Estadual do Maranhão Centro de Estudos Superiores de Imperatriz

Aluno do curso de Agronomia, Bolsista de Iniciação Cientifica da FAPEMA, desenvolve suas pesquisas na laboratorio de pesquisas em quimica analitica do Centro de Estudos Superiores de Imperatriz/ CESI-UEMA atuando na área de Melhoramento Genético

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Publicado

2011-12-21

Edição

Seção

VII CBA - 1. Conhecimento, tecnologias sustentáveis e políticas públicas

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