Viabilidade do consórcio mamona-gergelim para a agricultura familiar no semiárido paraibano: Influência de diferentes épocas de plantio

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Ivomberg Dourado Magalhães Cláudio Silva Soares Francisco Edinaldo Costa Antonio Ewerton da Silva Almeida Alexandre Bosco de Oliveira Leandro Silva do Vale

Resumo

No Nordeste a mamoneira é cultivada, em quase sua totalidade, em regime de consórcio com culturas alimentares. Visando gerar informações sobre o consórcio mamona x gergelim, destacando-se o período de semeadura e produtividade de óleo, um experimento foi conduzido em condições de campo no município de Catolé do Rocha-PB, sendo adotado o delineamento experimental em blocos casualizados com cinco tratamentos, onde estes foram compostos pelo cultivo solteiro da mamona BRS Energia e gergelim BRS Seda mais três consorciados, isto é, o gergelim semeado aos 7, 14 e 21 dias após a semeadura da mamona. Os resultados relativos à produção da mamoneira mostraram que nos três tratamentos consorciados com o gergelim houve diferença significativa entre eles e à medida que se planta as duas culturas juntas, o gergelim torna-se mais competitivo com a mamona, reduzindo substancialmente a produtividade desta. De maneira geral, recomenda-se o plantio do consórcio mamona x gergelim plantando-se o gergelim após 14 dias do plantio da mamona.

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Como Citar
MAGALHÃES, Ivomberg Dourado et al. Viabilidade do consórcio mamona-gergelim para a agricultura familiar no semiárido paraibano: Influência de diferentes épocas de plantio. Revista Brasileira de Agroecologia, [S.l.], v. 8, n. 1, apr. 2013. ISSN 1980-9735. Disponível em: <http://revistas.aba-agroecologia.org.br/index.php/rbagroecologia/article/view/12643>. Acesso em: 23 oct. 2019.
Palavras-chave
Ricinus Communis L., Sesamum indicum L., sequeiro
Seção
Artigos