Comunicação e juventude agroecológica: resistências e transformações frente ao agronegócio e oligarquias midiáticas

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Dagmar Olmo Talga Gloria Patrícia Piedrahita Sarmiento

Resumo




A informação publicada de forma independente nas redes sociais caracteriza pequenas linhas democráticas frente aos grandes meios de comunicação. Com a democratização cada vez maior no ciberespaço, sujeitos midiáticos independentes tendem a crescer e a população deverá ter mais voz ativa na sociedade. Desta maneira, este artigo busca dentro de um referencial metodológico bibliográfico e relatos de atores sociais, apresentar as experiências e as transformações vivenciadas junto a jovens do campo, em sua maioria assentados da reforma agrária, a partir do Núcleo de Agroecologia e Educação do Campo (GWATÁ) da Universidade Estadual de Goiás (UEG), dentro do Curso Técnico em Agroecologia do Projeto “Juventude e Agroecologia: formação participativa de jovens em práticas agroecológicas no Território da Cidadania Vale do Rio Vermelho”, na disciplina: Comunicação e Novas Mídias Sociais, realizado na Escola Família Agrícola (EFAGO), na Cidade de Goiás - GO. Refletindo assim uma educação agroecológica da comunicação e seus meios midiatizados, frente à hegemonia do capital globalizado.




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Como Citar
TALGA, Dagmar Olmo; SARMIENTO, Gloria Patrícia Piedrahita. Comunicação e juventude agroecológica: resistências e transformações frente ao agronegócio e oligarquias midiáticas. Cadernos de Agroecologia, [S.l.], v. 12, n. 1, july 2017. ISSN 2236-7934. Disponível em: <http://revistas.aba-agroecologia.org.br/index.php/cad/article/view/22329>. Acesso em: 19 nov. 2018.
Seção
Artigos