Os Mestres e Mestras Griôs na Educação Agroecológica

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Tadzia de Oliva Maya Tainá Miê Seto Soares

Resumo




Este texto conta a experiência das aulas de Agroecologia realizadas dentro da grade curricular de uma escola pública no interior do estado do RJ, em Silva Jardim, região das Baixadas Litorâneas, no distrito rural de Aldeia Velha. As aulas de Agroecologia foram fruto de uma parceria entre um coletivo de educação autônomo, um Ponto de Cultura e a Escola Municipalizada Vila Silva Jardim e previa aulas semanais de Agroecologia com um mestre de tradição oral – aqui chamado de Mestre Griô – mateiro e agricultor agroecológico da região, remunerado para a função. A experiência debate como isso se tornou possível, sabendo das dificuldades da inserção de forma continuada do tema no cotidiano escolar e dos desafios da remuneração de projetos de Agroecologia levados a cabo por pequenas entidades. Abordamos as políticas públicas, como a reapropriação dos territórios e possibilidade de geração de renda para atividades subalternas. Também focamos na relação entre o coletivo autônomo – chamado de Escola da Mata Atlântica – e a própria escola pública local, arranjos cada vez mais comuns de ajuda mútua, mas sempre desafiadores.




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Como Citar
MAYA, Tadzia de Oliva; SOARES, Tainá Miê Seto. Os Mestres e Mestras Griôs na Educação Agroecológica. Cadernos de Agroecologia, [S.l.], v. 12, n. 1, july 2017. ISSN 2236-7934. Disponível em: <http://revistas.aba-agroecologia.org.br/index.php/cad/article/view/22326>. Acesso em: 23 sep. 2018.
Seção
Artigos