Uma experiência em transição agroecológica nos assentamentos de reforma agrária do sul de Minas Gerais

##plugins.themes.bootstrap3.article.main##

Lêda Gonçalves Fernandes Nathalia Lopes Caldeira Brant Debora Belmiro Natal Henrique do Prado Samsonas Bruno Rodrigo Silva Diogo

Resumo




As principais atividades produtivas das famílias assentadas no sul de Minas Gerais estão nos cultivos de feijão, milho e café, sendo esta a principal fonte de renda. A maioria dos cultivos é conduzida no manejo convencional, com adubos sintéticos e agrotóxicos. A transição agroecológica começou em 2012, resultado da iniciativa dos agricultores assentados e dos estudantes do Núcleo de Estudos em Agroecologia e Produção Orgânica do Campus Machado. Considerou-se que a construção de conhecimentos sobre a valorização da natureza e sobre a produção sustentável passaria pelo resgate dos saberes e participação efetiva dos produtores, estudantes e demais envolvidos. A partir da articulação do tripé ensino/pesquisa/extensão, a proposta se constituiu como uma ação extensionista construída coletivamente. As atividades desenvolvidas foram muito importantes no alcance dos objetivos propostos, ou seja, promover a agroecologia na região, fortalecer a Educação do Campo e a luta pela reforma agrária.




##plugins.themes.bootstrap3.article.details##

Como Citar
FERNANDES, Lêda Gonçalves et al. Uma experiência em transição agroecológica nos assentamentos de reforma agrária do sul de Minas Gerais. Cadernos de Agroecologia, [S.l.], v. 12, n. 1, july 2017. ISSN 2236-7934. Disponível em: <http://revistas.aba-agroecologia.org.br/index.php/cad/article/view/22304>. Acesso em: 23 sep. 2018.
Seção
Artigos