Sementes Crioulas: Construção da Autonomia Camponesa

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Marcio Moacir Bessa Matheus Vinicius Abadia Ventura Lucas da Silva Alves

Resumo

O presente artigo tem o objetivo de mostrar a importância de produzir alimentos saudáveis dentro da agricultura camponesa e resgatar sua ideologia em suas variedades de sementes crioulas dentro de movimentos no estado de Goiás. Resistir contra o agronegócio, pois as grandes empresas multinacionais inclusive a Monsanto, que tem o controle das nossas sementes. O modelo capitalista de modernização da agricultura está colaborando para o desaparecimento dessas variedades, aos poucos estão sumindo drasticamente e o campesinato cada vez mais dependente da aquisição de pacote tecnológicos com sua imposição do agronegócio. Hoje as sementes estão sendo privatizadas. Não é como antes que as sementes pertenciam aos camponeses e indígenas, era um bem comum, um símbolo da vida. Esse trabalho espera-se que conscientize o campesinato a continuar resgatando, produzindo e multiplicando as sementes crioulas. Além de possibilitar um reencontro dos povos com sua história, sua religiosidade, sua cultura e seus valores. Essas sementes devem continuar viva e não deixar o agronegócio tomar de conta com sementes modificadas.

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Como Citar
BESSA, Marcio Moacir; VENTURA, Matheus Vinicius Abadia; ALVES, Lucas da Silva. Sementes Crioulas: Construção da Autonomia Camponesa. Cadernos de Agroecologia, [S.l.], v. 11, n. 2, jan. 2017. ISSN 2236-7934. Disponível em: <http://revistas.aba-agroecologia.org.br/index.php/cad/article/view/20978>. Acesso em: 03 dec. 2020.
Palavras-chave
Sementes crioulas, campesinato, agricultura camponesa
Seção
Agroecol 2016 - Outros Temas

Referências

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